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	<title>Mulher Criativa &#187; Higiene Pessoal</title>
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	<description>Um guia completo para mulheres criativas!</description>
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		<title>Cuidados para não contrair DST no Carnaval, todo cuidado é pouco !</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 04:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Quedi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são doenças que se espalham de uma pessoa para outra através do contato sexual genital, anal ou oral e são de ocorrência muito comum. Os Estados Unidos da América tem registrado a maior taxa de doenças sexualmente transmissíveis no mundo. 2/3 de todas as DSTs ocorrem em adolescentes e adultos ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As doenças sexualmente transmissíveis <strong>(DSTs)</strong> são doenças que se espalham de uma pessoa para outra através do contato sexual genital, anal ou oral e são de ocorrência muito comum. Os Estados Unidos da América tem registrado a maior taxa de doenças sexualmente transmissíveis no mundo. 2/3 de todas as DSTs ocorrem em adolescentes e adultos jovens, abaixo de 25 anos. Um em cada quatro adolescentes ativos sexualmente já teve algum tipo de DST antes dos seus 21 anos. Existem mais de 20 tipos diferentes de doença sexualmente transmissível. Os tipos mais comuns são herpes simples, verrugas genitais, molusco contagioso, chato, escabiose, clamídia, gonorréia, sífilis, hepatite B e C e HIV-AIDS.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Como saber se alguém tem uma DST?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Algumas infecções são facilmente espalhadas quando há um indivíduo infectado, mesmo que este não apresente sintomas. Na maioria das vezes não se pode dizer que alguém tem uma DST. As pessoas podem não saber se estão infectadas ou perceber algo a respeito disso. Se tiver uma relação sexual com uma pessoa infectada, pode se tornar infectado. Não existe ninguém que seja tão jovem ou tão velho, tão rico ou tão pobre que esteja imune a adquirir uma DST.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Tipos de DSTs</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Vírus do herpes simples: produz vesículas que coçam inicialmente e depois tornam-se dolorosas nas áreas genitais e podem recorrer. A doença é transmitida de uma pessoa para outra por contato de áreas genitais ou não genitais ou de contatos físicos íntimos. O vírus pode ser transmitido durante lesões assintomáticas, assim como um recém-nascido pode tornar-se infectado durante o seu nascimento, portanto precauções apropriadas devem ser tomadas na época do parto. Existem dois tipos de herpes simples: o herpes simples tipo I e o herpes simples tipo II. Cerca de 30% de infecções pelo herpes simples tipo I são causadas pelas reações sexuais orais. O herpes simples tipo II é mais frequentemente o causador do herpes genital. Recaídas são tratadas e terapia pode também ser dada para diminuir a possibilidade da transmissão, quando não existem sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;"> Verrugas genitais (vírus do papiloma humano – HPV): o vírus do papiloma humano (HPV) causa lesões na forma de verrugas, lembrando uma pequena couve-flor, que crescem em tamanho e número e são transmitidas pelo contato de uma pessoa a outra. Certos tipos de HPV podem produzir lesões enegrecidas ou da cor da pele e pode estar associadas ao câncer de colo de útero. O HPV pode ser detectado durante o exame físico. Em mulheres grávidas infectadas, os recém-nascidos podem ser infectados durante o parto e precauções devem ser tomadas para evitar essa contaminação.</p>
<p style="text-align: justify;">Verrugas são tratadas por métodos cirúrgicos ou químicos e podem reaparecer após o tratamento o que requer múltiplas visitas ao médico dermatologista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Molusco contagioso:</strong> produz pequenas pápulas brilhantes que se espalham no contato da pele. Pode ser transmitido de maneira não sexual em crianças. O molusco geralmente pode aparecer isoladamente em indivíduos adultos saudáveis, mas podem se tornar persistentes e até mesmo se espalhar. Existem muitos tratamentos efetivos incluindo, curetagem, criocirurgia e medicações tópicas. Como todas as doenças, todas as possibilidades de contato e fontes de infecção devem ser avaliadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Chato ou piolho pubiano:</strong> são pequenos parasitas que infectam os pelos pubianos e causam prurido, botando pequenos ovos no folículo piloso, e, a infestação continua até ser tratada com medicação que mata esses parasitas. Higiene adequada é necessária para eliminar o problema tanto quanto prevenir a reinfecção. A fonte da infecção deve ser encontrada e tratada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escabiose:</strong> causada por um parasita microscópico que se esconde sob a pele e causa um prurido severo, ele se espalha por contato físico não necessariamente sexual e é tratado com medicações que matam esses animais. Higiene adequada também é necessária para eliminar essa infestação assim como prevenir a reinfecção. Isso geralmente envolve o tratamento de todos os indivíduos que moram na casa.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Clamídia:</strong> é uma infecção que pode causar saída de secreção da vagina ou pênis mas pode não ter sintomas, tornando-a indetectável. Sem sintomas, a infecção pode rumar para uma doença inflamatória pélvica em mulheres que podem dificultar uma gravidez. Se uma mulher com clamídia engravida, o recém-nascido pode ser infectado. Após a cultura, a clamídia pode ser curada por antibióticos. Entretanto, diagnóstico e tratamentos precoces são importantes.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Gonorréia:</strong> pode não ter sintomas, pode produzir uma descarga de secreção amarelada da vagina ou pênis ou produzir sensação de queimação durante a micção, podendo causar doença inflamatória pélvica e esterilidade em mulheres. Se a mulher com gonorréia engravidar, o recém-nascido pode ser infectado durante o parto. Diagnóstico correto, seguido de tratamento com antibióticos é necessário. O parceiro também precisa ser tratado.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Sífilis:</strong> causa úlceras não dolorosas mais frequentemente nos genitais e boca. São lesões avermelhadas podem evoluir se não tratadas. Sífilis pode afetar o coração, vasos sanguíneos, cérebro e sistema nervoso. Uma criança pode se tornar infectada durante a gravidez. A sífilis pode ser curada com antibióticos e o parceiro também precisa ser tratado.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Hepatite B e C:</strong> tanto a hepatite B, quanto a C podem ser transmitidas sexualmente. Hepatite B pode causar febre, dor muscular, vômito, diarréias e danos hepáticos. Essa é a única doença sexualmente transmissível que pode ser prevenida com vacina. O sintoma principal da hepatite é a coloração amarela da pele chamada icterícia. Já a hepatite C é a causa mais comum de doença hepática crônica e pode evoluir para transplante hepático. Não há vacinas para preveni-la.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>HIV (AIDS):</strong> o vírus da imunodeficiência humana corrói o sistema imunológico, do qual pode resultar em infecções, diarréias, febres, perda de peso e pode ser fatal. Além da transmissão sexual, pode ser transmitido para o feto durante a gravidez, no parto ou amamentação. Tratamentos estão disponíveis, mas atualmente não há cura ou vacina para preveni-la.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Como se proteger das doenças sexualmente transmissíveis?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O único método que funciona 100% das vezes é abster-se do sexo genital, oral ou anal, ou ter um parceiro ao longo da vida monogâmico, e, que não esteja infectado. Preservativos podem prevenir da infecção de Dsts, que podem se espalhar por fluidos corporais através de sêmen, sangue ou vagina, mas precisam ser usados adequadamente. Se não cobrirem todas as áreas dos genitais, os preservativos não podem garantir proteção completa contra as DSTs como herpes, verrugas genitais, sífilis, molusco contagioso, chato e escabiose, que podem espalhar-se por tocar outras áreas nos genitais. Lembre-se que existe mais de um tipo de DST que pode ser transmitida. Pílulas para controle contra gravidez protegem apenas contra a gravidez, mas não contra as DSTs. Álcool e drogas podem tornar mais difícil para se proteger, devido à dificuldade de julgamento sob seus efeitos. Não pode dizer apenas por um olhar se alguém possui DST ou não. Para melhores informações, diagnóstico precoce e tratamento procure um dermatologista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Quais os principais sintomas dessas doenças?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente aparecem como corrimentos vaginais ou uretrais, úlceras genitais, tumores na virilha, pequenas vesículas (bolhas com conteúdo líquido) ou verrugas em região genital. Muitas vezes os principais sintomas são a coceira e dor no local da lesão. Em alguns casos, como nas hepatites e AIDS, a parte genital serve apenas como porta de entrada, não tendo sinais especiais nesses locais. O surgimento de qualquer um desses sinais ou sintomas indica a necessidade de procurar um médico. Não procure resolver a situação apenas com amigos, paramédicos ou no balcão da farmácia. Essas doenças podem ter consequências ruins quando não diagnosticadas e tratadas corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Como diagnosticar essas doenças?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A consulta ao médico é indispensável para diagnosticar uma DST. Esse profissional tem o conhecimento para diferenciar as diversas formas de apresentação da doença e indicar qual o exame laboratorial mais indicado para comprovar definitivamente a presença da DST. Os testes podem ser realizados com material da lesão genital ou pela pesquisa de marcadores da doença no sangue (sorologia). Como algumas lesões podem ser semelhantes, mesmo em doenças diferentes, o médico pode solicitar mais de um teste laboratorial para ter certeza do tipo de DST.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Existe tratamento para DST?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existe tratamento para todas as doenças sexualmente transmissíveis, e por aquelas ocasionadas por doenças e fungos, existem cura após o tratamento. Para aquelas cujo o agente causal é um vírus, existe controle medicamentoso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Existe alguma forma de prevenir essas doenças?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A prevenção das DSTs se baseiam no uso de preservativos (camisinha) durante a relação sexual. A limitação da quantidade de parceiros sexuais diminui a chance de contato com os agentes dessa doença. A presença de qualquer lesão em genitália ou secreção vaginal/uretral deve servir como sinal de alarme. Nesses casos, até que se consulte um médico, o contato sexual deverá ser evitado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As DTS podem ocasionar complicações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. As pessoas com DSTs, por apresentarem lesões na genitália, tem até 18 vezes mais chances de contaminação pelo vírus do HIV. As infecções pelo papiloma vírus ou pelo vírus da hepatite B estão relacionadas com o aparecimento de câncer. Os fetos de pacientes infectadas por sífilis podem nascer com mal formações. A infertilidade é uma das complicações das pessoas infectadas com gonorréia.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:<a href=" http://www.marcoantoniodeoliveira.com.br/dst.php" target="_blank"> http://www.marcoantoniodeoliveira.com.br/dst.php</a></p>
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		<title>Coceira vaginal: entenda os motivos</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 21:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Quedi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todas as mulheres já apresentaram em algum momento episódios de coceira na região vaginal, tanto na região interna quanto externa. Inclusive muitas se perguntam se foi transmissão sexual ou foi por outro motivo. Vamos então esclarecer tudo. Inicialmente vamos falar da coceira vaginal somente na região externa. Esse é um sintoma bastante característico de um ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todas as mulheres já apresentaram em algum momento episódios de coceira na região vaginal, tanto na região interna quanto externa. Inclusive muitas se perguntam se foi transmissão sexual ou foi por outro motivo. Vamos então esclarecer tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente vamos falar da coceira vaginal somente na região externa. Esse é um sintoma bastante característico de um processo alérgico. O uso constante de calcinha de lycra, sabonete íntimo, asseio com substâncias abrasivas como vinagre e outras, podem desencadear o prurido (coceira) associado à vermelhidão e irritação da região.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestes casos, recomenda-se o abandono das calcinhas de lycra, retirada da substância que esteja sendo usada para asseio e o uso de sabonete neutro. É importante lembrar que o uso de calças jeans o dia inteiro também favorece esse sintoma. Marcante da mulher moderna é passar o dia inteiro de calça no trabalho, isso favorece bastante o surgimento de alergias na região genital.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também a coceira vaginal interna, que já não ocorre por motivos alérgicos. A principal doença associada a isso é a candidíase, que você já deve ter ouvido falar. Nesse caso, a coceira é intensa e pode ser interna e externa, associado a ardor, dor ao urinar, inchaço, vermelhidão, dor na relação sexual e um corrimento branco, sem cheiro, semelhante à nata de leite ou queijo cottage. Pode piorar antes da menstruação.</p>
<p style="text-align: justify;">E como se origina? A candidíase é causada pelo fungo Candida albicans que pode se proliferar na vagina por um desequilíbrio do ambiente, normalmente ocasionado por alguns comportamentos comuns como: deixar a calcinha secar no banheiro e não em local arejado, asseio vaginal incorreto, talco, sabonete íntimo, passar o dia inteiro com a mesma roupa.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe também a coceira vaginal interna que está relacionada a uma doença sexualmente transmissível, é a tricomoníase. Associa-se a um corrimento esverdeado, abundante e mal cheiroso. Pode apresentar também dor durante a relação sexual. Importante procurar o seu médico para o tratamento tanto seu quanto do parceiro. Caso seja tratada só a mulher, os sintomas aparecerão novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Entendido?!</p>
<p style="text-align: justify;">
<figure><img src="http://www.dicasdemulher.com.br/wp-content/plugins/user-avatar/user-avatar-pic.php?src=http://www.dicasdemulher.com.br/wp-content/uploads/avatars/3/1317236704-bpfull.jpg&amp;w=106&amp;id=3&amp;random=1317236704&amp;q=100" alt="" /></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Anna Aguiar</h2>
<p style="text-align: justify;">Médica e autora do site MedInforme. Escreve matérias sobre saúde e comportamento com o objetivo de orientar e contribuir para uma vida integralmente mais saudável.</p>
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		<title>Corrimento vaginal: Um mal que pode ser evitado</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 21:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Quedi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O corrimento vaginal pode ter várias causas e, na maioria dos casos, pode ser evitado e facilmente tratado. Hábitos de vestir do mundo moderno influenciam o surgimento deste mal feminino, assim como a prática sexual desprotegida. Trata-se de uma inflamação dos tecidos vaginais que passam a produzir secreção anormal, com sintomas como o surgimento de ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;O corrimento vaginal pode ter várias causas e, na maioria dos casos, pode ser evitado e facilmente tratado. Hábitos de vestir do mundo moderno influenciam o surgimento deste mal feminino, assim como a prática sexual desprotegida. Trata-se de uma inflamação dos tecidos vaginais que passam a produzir secreção anormal, com sintomas como o surgimento de muco, odores, dor, prurido e coceira. O exame clínico e a prevenção são as melhores armas para combatê-lo&#8221;.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Introdução</h4>
<p style="text-align: justify;">Corrimento Vaginal ou Leucorréia é o nome dado a algumas doenças que acometem a mulher desde cedo em sua vida. As causas são diversas, dentre elas se destacam hábitos de vestir do mundo moderno; como poderemos ver a seguir, corrimento vaginal é uma inflamação dos tecidos vaginais que passam a produzir secreção anormal. O sintoma mais evidente da secreção vaginal anormal é o surgimento de muco em grandes quantidades ou com odor intenso, além da presença de dor ou moléstia vaginal e prurido. As características são diferenciadas em função da origem da inflamação: infecção por cândida, por Trichomonas vaginalis, bacteriana, herpética, pólipos cervicais, câncer ou sífilis. Um exame minucioso do médico assistente, que complementaria as informações com outros recursos da medicina, permitirá um diagnóstico adequado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Quais São as Causas do Corrimento Vaginal?</h3>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento das roupas sintéticas, lycra, por exemplo, que impede a respiração do corpo, enfim a ventilação dos órgãos, aumentaram consideravelmente os casos de corrimento vaginal. Quando não há transpiração, vemos a glândula abafada, como se estivesse usando uma máscara, com aumento da secreção sebácea. Segundo a ginecologista e obstetra Marilía Winkler, no início, a calcinha servia como uma proteção contra os tecidos que eram em couro ou brim duro. As mulheres, antigamente usavam calcinhas de bombachas grandes. Paulatinamente passaram a ficar menores, até encostarem-se à saída vaginal. Logo depois, explica a Dra. Marília, surgiu a lingerie em forma de lycra ou renda e os grandes problemas começaram. &#8220;Eu costumo indicar o uso de calcinhas de algodão, pois as fibras permitem uma ventilação melhor&#8221;, explica ela. Seria uma poluição não ambiental, e sim de vestuário. Outro fator importante é a utilização de amaciantes, ou sabonetes perfumados ou até o uso papel higiênico perfumado, que são elementos irritantes. Evitar o uso de toalhas ou roupas íntimas de outras pessoas é recomendável, bem como secar bem todo o corpo depois do banho. Ainda há mulheres que insistem em fazer a higiene de forma errada, pois o indicado é limpar da vulva até o ânus e não ao contrário.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Os Tipos de Secreções da Mulher</h4>
<p style="text-align: justify;">A mulher possui uma secreção que se modifica conforme o ciclo menstrual. No meio do ciclo observa-se uma secreção mais gelatinosa, que corresponde à época da ovulação. Antes da menstruação ela se torna mais leitosa e espessa e corresponde ao aumento da fase pré-menstrual. Essas secreções são cíclicas, se mantém de uma maneira única, mas quando começa a acontecer uma irritação, as bactérias, que são habitantes costumeiras das áreas úmidas, se prevalecem dessa situação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sintomas da Contaminação</h4>
<p style="text-align: justify;">Depois de contaminado o tecido, começa a coçar, ou produzir uma dor mais forte. Muito embora o corrimento não se resuma só nisso, há vários fatores, como o stress que libera substâncias que permitem o aparecimento de fungos. A própria gravidez facilita a chegada dos fungos. O fungo, explica a Dra. Marília, provoca uma coceira desesperadora, e o corrimento é abundante como uma coalhada, embora haja dor nas mulheres que não tem sintoma nem de um nem de outro. Tem gente que tem a secreção contínua sem agentes bacterianos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Candidíase ou Monilíase Vaginal</h4>
<p style="text-align: justify;">Dos mais irritantes corrimentos, pois provoca muco espesso, tipo nata de leite e, geralmente, a candidíase ou monilíase vaginal é acompanhada de coceira ou irritação intensa. Cândida é o fungo que provoca a candidíase, uma micose. A cândida aparece em organismos com baixa imunológica ou quando a resistência vaginal está diminuída. Entre os fatores determinantes estão: o uso de antibióticos, gravidez, diabetes, infecções, deficiência imunológica e medicamentos como anticoncepcionais e corticóides.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes o parceiro aparece com pequenas manchas vermelhas no pênis. O tratamento é com antimicóticos. Esse fungo é encontrado no estômago, intestino, pele, boca (sapinho) e na mucosa da vagina. Cerca de 90% das mulheres podem ser infectadas pela cândida pelo menos uma vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de fungo costuma aparecer uma semana antes do fluxo menstrual.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Trichomonas Vaginalis</h4>
<p style="text-align: justify;">O Trichomonas vaginalis é um corrimento adquirido sexualmente através das relações sexuais ou em contato íntimo com a pessoa contaminada. O diagnóstico é feito através de exames clínicos. No tratamento devem ser usados antibióticos e quimioterápicos, além de ser obrigatório que o parceiro se trate também.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Papiloma Vírus</h4>
<p style="text-align: justify;">O HPV ou Papiloma Vírus se aloja na vagina, na vulva ou no colo do útero. Na vulva a doença é conhecida por condiloma genital ou crista de galo; na vagina e colo do útero aparecem lesões microscópicas que só são identificadas através de exames clínicos. O grande problema é que determinados tipos de vírus têm uma associação entre o papiloma vírus e o câncer do colo do útero. No diagnóstico é utilizado o teste de Papanicolaou ou colposcopia e também a biópsia da área suspeita. Outros exames são capazes de identificar quais são os vírus e se são cancerígenos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros Tipos de Corrimento Vaginal</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos citados existem outros tipos de corrimentos originados por causas das mais diversas. A Vaginite atrófica ocorre por falta de hormônio, especialmente na menopausa. Mas há também a Vaginite atrófica por falta de hormônio no parto ou durante a amamentação. A vaginite irritante pode ser provocada por camisinha, diafragma, cremes diversos ou absorvente interno ou externo. Outro tipo bem comum é a vaginite alérgica provocada por calcinhas de nylon ou outros tecidos sintéticos; além de roupas apertadas como jeans e meias calças. As vulvites são inflamações da parte externa dos genitais ou vulva causados por papel higiênico colorido ou perfumados, sabonetes cremosos, xampus e condicionadores, roupa lavada com sabão em pó ou amaciantes.</p>
<p style="text-align: justify;">As lavagens freqüentes não são aconselháveis, pois aumentam a inflamação pélvica. Os tratamentos antibacterianos podem ser complementados com cremes e gelatinas que aumentam a acidez das secreções e, assim, evitam o desenvolvimento de bactérias. No caso de vaginite atrófica, que ocorre na pós-menopausa, é utilizado tratamento com progesterona, pois pode ocorrer estreitamento do canal vaginal. Para a Dra. Amarílis Winkler a melhor maneira de estar prevenida contra as doenças vaginais é mudar certos hábitos. &#8220;Caso seja alérgico&#8221;, acrescenta ela, &#8220;vamos mudar hábitos alimentares e de vestuário, a situação modifica-se e dessa forma há melhora perene; não devemos só ficar tratando das doenças. Os corrimentos por doenças sexuais transmissíveis demandam um tratamento que envolverá o outro membro do casal&#8221;.</p>
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		<title>Passo a Passo Receita &#8211; Sabonete Esfoliante</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Quedi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os sabonetes esfoliantes penetram nos poros e, além de limpar, hidratam a pele. Que tal fazer um sabonete desses em sua própria casa? Pois nesta edição, a professora Márcia Fantacini ensinará a fazer um sabonete hidratante com essência de algas. Você poderá criar o sabonete com a essência que desejar. A única recomendação da professora ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="flickr-image" title="phpPtxeCN" rel="flickr-mgr" href="http://www.flickr.com/photos/26927837@N08/2614088804/" target="_blank"><img class="flickr-large" src="http://farm4.static.flickr.com/3200/2614088804_63736ba410.jpg" alt="phpPtxeCN" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os sabonetes esfoliantes penetram nos poros e, além de limpar, hidratam a pele. Que tal fazer um sabonete desses em sua própria casa? Pois nesta edição, a professora Márcia Fantacini ensinará a fazer um sabonete hidratante com essência de algas. Você poderá criar o sabonete com a essência que desejar. A única recomendação da professora é não optar por essências cítricas, ou que contenham sal ou açúcar, pois elas mancham a pele. O sabonete tem validade de 3 meses. Veja como é fácil fazê-lo!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modo de Fazer:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-611"></span><br />
<strong>Material</strong><br />
<img src="http://www.nippo.com.br/2.semanal.artesanato/322/ingred.jpg" alt="" width="200" height="156" align="right" /><br />
• 3 ml de essência de algas para sabonete perfumada à base          de óleo<br />
• Anilina para sabonete perfumado<br />
• 100 g de glicerina leitosa<br />
• 3 colheres de café de gergelim torrado<br />
• Corante marfim<br />
• Forma de vinil<br />
• Copo medidor<br />
• Borrifador com álcool de cereais<br />
• Panela esmaltada<br />
• Faca<br />
• Colher<br />
• Espátula de plástico<br />
• Pipeta (medidor de essências)<br />
• Plástico filme</p>
<p><strong>Passo 1: </strong>Leve a glicerina leitosa        ao fogo, derretendo-a em banho-maria.<br />
<img src="http://www.nippo.com.br/2.semanal.artesanato/322/19640.jpg" alt="" hspace="4" width="180" height="180" /></p>
<p><strong>Passo 2: </strong>Enquanto isso, coloque no copo medidor as 3 colheres de        gergelim, as duas gotas do corante marfim e os 3 ml de essência.<br />
<img src="http://www.nippo.com.br/2.semanal.artesanato/322/19641.jpg" alt="" width="180" height="180" /><br />
<strong>Passo 3: </strong>Depois, borrife com o álcool        de cereais.<br />
<img src="http://www.nippo.com.br/2.semanal.artesanato/322/19642.jpg" alt="" hspace="4" width="180" height="180" /><br />
<strong>Passo 4: </strong>Jogue a glicerina no copo medidor e mexa tudo por uns 5        minutos.<br />
<img src="http://www.nippo.com.br/2.semanal.artesanato/322/19643.jpg" alt="" width="180" height="180" /><br />
<strong>Passo 5:</strong> Borrife novamente com álcool        e despeje na forma.<br />
<img src="http://www.nippo.com.br/2.semanal.artesanato/322/19644.jpg" alt="" hspace="4" width="180" height="180" /><br />
<strong>Passo 6: </strong>Borrife de novo.<br />
<img src="http://www.nippo.com.br/2.semanal.artesanato/322/19645.jpg" alt="" width="180" height="180" /><br />
<strong>Passo 7:</strong> Deixe esfriar por 30 a 40        minutos.</p>
<p><img src="http://www.nippo.com.br/2.semanal.artesanato/322/19646.jpg" alt="" hspace="4" width="180" height="180" /><br />
<strong>Passo 8: </strong>Desenforme e, depois de 3 horas, enrole-o num plástico        filme.<br />
<img src="http://www.nippo.com.br/2.semanal.artesanato/322/19647.jpg" alt="" width="180" height="180" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;"><strong>Serviço:</strong> A professora Márcia Regina Fantacini ministra aulas de sabonetes          na African Art, localizada na Rua Turiassú, 1.267, em Perdizes,          SP. Informações podem ser obtidas pelo telefone (0xx11)          3872-2233</span></p>
]]></content:encoded>
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