Top 10 músicas para terminar o relacionamento !

Alessandra Quedi 19 de julho de 2008 0

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Encontrei esse post e achei muito legal, como é final de semana decidi colocar algo pra nos divertir, abraços

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Sempre gosto de reforçar que, por mais que esse blog pareça de vez em quando ser algo alienado da realidade, tenho plena certeza de que cada uma das listas aqui postadas me representam em diferentes graus figurativos. De vez em quando, eu apelo por uma abordagem mais direta. Chame de catarse se quiser. Não é sempre que relacionamentos dão certo, quando se juntam duas pessoas, o resultado é no mínimo imprevisível, e para agüentar as conseqüências de um insucesso foram inventados o pop e o rock (tá Rob?). Com a letra e melodia certas para os diferentes términos de relação, segue agora um top 10 músicas para quem terminou ou foi, como eu, terminado, chutado, dispensado, recebeu o bilhete azul e por aí vai:

10) The Cure – Boys Don’t Cry: Que tal começar por uma melodia quase feliz? Os especialistas do The Cure sabem muito bem como falar de sentimentos conflitantes. “Boys Don’t Cry” foi criada para um final específico de relacionamento: aquele no qual você é o culpado. Robert Smith pede desculpas, pensa em se ajoelhar e cair nas lágrimas, mas prefere engolir o choro numa melodia cinicamente feliz já que sabe que nem mesmo admitindo seus erros ou mentiras, vai se livrar da culpa pelo término.
Trecho que mata: “Now I would do most anything / To get you back by my side /
But I just / Keep on laughing / Hiding the tears in my eyes”

9) Kate Nash – Foundations: Sempre atuais, as músicas de término volta-e-meia encontram novos intérpretes. Kate Nash foi a minha opção (nunca gostei muito de Lilly Allen) porque Foundations não é apenas uma canção raivosa e malvada, é uma bem argumentada explicação do porque não dá mais. Cansados um do outro, a música é sobre pessoas que mutuamente se excluem uma da vida da outra antes que seja declarada uma guerra de provocações.
Trecho que mata: “And every time we fight I know it’s not right / every time that you’re upset and I smile / I know I should forget, but I can’t”

8) Franz Ferdinand – Walk Away: Mas é aqui que começa a área perigosa, porque nem sempre o fim é culpa sua e é sobre isso que os escoceses do Franz Ferdinand cantam tão adequadamente. Quando a decepção bate e o término é inevitável, tudo o que queremos fazer é sentar raivosamente apreciando o som da pessoa indo embora. Acidamente aproveitando o momento, “Walk Away” esnoba a outra fazendo-a a perceber que o mundo não vai acabar (“The sun won’t swallow the sky”) quando ela se for e que vá pela sombra.
Trecho que mata: “I cannot turn to see those eyes / As apologies may rise / I must be strong and stay an unbeliever / And love the sound of you walking away

7) Interpol – Heinrich Maneuver: E tem dias que seu coração “balança” ou “swings”, mas não exatamente por estar romanticamente balançado por alguém, pelo contrário, ele salta de empolgação ao vê-la longe de você, de preferência a um continente de distância, mesmo que isso esteja provocando um não mencionado ataque cardíaco. Profissionais em simbologias,o Interpol canta sobre a sensação de ser chutado e de fingir que aquilo não te afetou em nada (mesmo você tendo escrito uma nervosa música sobre a situação). Sem pudores, Paul Banks canta a plenos pulmões uma espécie de hino do “mas eu nem queria você”.
Trecho que mata: “Let it come / ‘Cause I’ve got a chance for a sweet saint life I said / I’ve got a dance and you’ll do just fine / Well I’ve got a plan, look forward in my eyes”

6) Amy Winehouse – Tears Dry On Their Own: Todo mundo conhece a Rainha da Rehab, e todos secretamente adoram “Tears Dry On Their Own”, talvez mais do que os outros sucessos da problemática cantora inglesa. Tomando um novo rumo nessa lista, seguimos para uma canção menos rancorosa e mais de conformidade. Afinal, quando um não quer, dois não ficam juntos e não a nada que aquele que foi chutado possa fazer além de esperar as lágrimas secarem por si só.
Trecho que mata: “So we are history / YOUR shadow covers me / The sky above / A blaze only that lovers see”

5) The Beatles – For no One: Que tal partirmos para a clássica sensação de estarmos sozinhos no mundo? Mesmo com todas as canções dedicadas a mulheres e amores, os Beatles sempre souberam muito bem como era se sentir deslocado do resto do mundo. Em parte por sua genialidade, em parte por sua celebridade desmedida. A bela “For no One” do clássico “Revolver”, fala sobre ser abandonado por alguém que já não sente mais nada por você, mesmo que para você o relacionamento não esteja nem perto do fim. Cante com os Beatles sobre a terrível sensação de não ser necessário para mais ninguém.
Trecho que mata: “And in her eyes you see nothing / No sign of love behind the tears / Cried for no one / A love that should have lasted years”

4) Bob Dylan – Don’t Think Twice, it’s Alright: Cansado de sentir pena de si mesmo? Eu também! E para isso existe Bob Dylan que tem o maior índice de musicas de rejeição de toda a história da música. Cada uma contendo o melhor do prolixismo folk do senhor Zimmerman. “Don’t Think Twice, it’s Alright” é dedicada aquela pessoa que te largou e ainda quer sair por cima, mas não tem a sagacidade para dar um verdadeiro fora. O recado de Dylan pra ela é direto e desdenhoso: “You’re the reason I’m trav’lin’ on”, mas nem pense duas vezes, tá tudo certo.
Trecho que mata: “I ain’t sayin’ you treated me unkind / You could have done better but I don’t mind / You just kinda wasted my precious time / But don’t think twice, it’s all right”

3) Pulp – Like a Friend: Possivelmente a minha favorita de todas essas “break up songs”. Jarvis Cocker sempre foi um dos mais afiados letristas da Inglaterra e ninguém melhor do que ele para descrever a sensação de ser chutado por alguém que se apresentada cada vez mais como um notável erro de cálculo na sua vida. Com a acidez contida, a música é dividida em duas partes, uma melosa e depressiva, que perde espaço para uma arrancada apoteótica capaz de te levar ao céu cantando tudo o que você acha da pessoa que acabou de te dar a maior rasteira, e que, se bobear, vai fazer isso de novo e você vai deixar, como um bom “amigo” que você é.
Trecho que mata: “You are the last drink I never should drunk / You are the body hidden in the trunk / You are the habit I can’t seem to kick / You are my secrets on the front page every week / You are the car I never should have bought / You are the train I never should have caught / You are the cut that makes me hide my face / You are the party that makes me feel my age”

2) Rilo Kiley – Breakin Up: Vamos dar uma amenizada no clima pesado? Nem toda música de fim de relacionamento tem que ser uma troca de tiros, sarcástica ou devastadora. Às vezes terminar é bom, mesmo tendo que passar por todas as etapas do sofrimento (negação, raiva, barganha, depressão e aceitação). Ninguém melhor para cantar sobre o fim do que Jenny Lewis nessa “quase feliz” canção de fim de relacionamento. De vez em quando é bom pularmos direto para aceitação, tentando aproveitar a liberdade que o término pode te trazer, afinal não é o fim do mundo, você vai sobreviver, confie em mim.
Trecho que mata: “Ooooh, it feels good to be free / Oooh it feels good to be free / Oooh it feels good to be free”

1) Ash – Orpheus: Queria encerrar otimista já que não estou numa das minhas melhores semanas por razões previamente explicadas. “Orpheus” do Ash é não apenas uma música para o fim, mas para um novo começo. Um que está totalmente nas mãos daquele que inexplicavelmente foi largado. Mesmo que você pense o tempo inteiro nos motivos que levaram a terminar, mesmo que sinta saudades e queira dar o braço a torcer, o melhor a fazer é aceitar o caminho recém aberto. Sempre gostei de ouvir essa faixa, mesmo sem necessariamente ter sido dispensado. Profética, ela avisa que o melhor a fazer é “tomar o rumo da estrada” e é o que eu farei.
Trecho que mata: “It hit me without warning / I was left out on my own / The bad times they were forming / I went through them alone / But A new day it is dawning / And I feel the pain is gone / The open road is calling / And I am moving on”

Para todos os efeitos, estou bem (ou melhor, estou em processo de ficar bem).
E o momento confissão auto-ajuda acaba por aqui! Vão lá, viver suas vidas, o filme acabou (disse Ferris)

Fonte : topismos.blogspot.com

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